Sentimento pisoteado e ferido, mais uma vez iludido por mentiras terrenas. Que agora verte lágrimas silenciosamente por dentro, mas forja uma máscara de falsa alegria apenas para não receber compaixão alheia. A fobia de dó torna-o incompartilhável e há um corte, cada vez mais profundo, como uma lâmina que adentra a pele, perfurando lentamente suas camadas até chegar ao ponto extremo.
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Sentimento pisoteado e ferido, mais uma vez iludido por mentiras terrenas. Que agora verte lágrimas silenciosamente por dentro, mas forja uma máscara de falsa alegria apenas para não receber compaixão alheia. A fobia de dó torna-o incompartilhável e há um corte, cada vez mais profundo, como uma lâmina que adentra a pele, perfurando lentamente suas camadas até chegar ao ponto extremo.
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Óh doce melancolia, sentimento vazio. Solidão que me acolhe em seu quarto penumbroso.
Uma necessidade: Liberdade. Há também um grande desejo corroendo o interior dos órgãos: a fuga. Para o longínquo mundo desconhecido a ser desvendado, por vezes o inexistente que passou a fazer parte da realidade de uma mente complexa, em meio a gotas cristalinas de chuva e acordes musicais mórbidos.
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Conversas banais, sorrisinhos envergonhados, zombaria. Ácidos, bases, neutralizações, todas esquecidas dando espaço aos assuntos paralelos, enquanto marfins corroíam energicamente a madeira dos lápis. Relatos individuais, conjuntos e recordações. Muitas recordações.
A comédia expressa nos rostos juntamente com o rubi das bochechas. Pensamentos secretos, sentimentos visíveis, mesmo que sem querer.
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